"Satanás declara que é
impossível aos filhos e filhas de Adão cumprirem a lei de Deus e, por isso,
acusou Deus de falta de sabedoria e amor. Se não poderiam cumprir a lei, então a falha estaria no
Legislador. Homens que se encontram sob o controle de Satanás repetem
estas acusações contra Deus, afirmando que os homens não poderão cumprir a lei
de Deus." − (White, Signs of the Times, 16 jan. 1896).
Nosso Salvador suportou tudo que nós somos chamados a suportar, de modo que nenhum ser humano pudesse alegar: “Ele não conhece meus sofrimentos e minhas aflições.” Em todas as nossas aflições foi Ele afligido. ...Satanás declarou que os seres humanos não podiam viver sem pecar. Cristo passou por onde Adão tropeçou e caiu, e por uma vida sem pecado colocou a humanidade em terreno vantajoso, a fim de que cada qual pudesse estar perante o Pai, aceito no Amado. — The Review and Herald, 9 de Março de 1905. (White, Nos Lugares Celestiais, pág. 9.1 e 2)
"Depois da queda do homem, Satanás declarou que os seres humanos tinham-se provado incapazes de guardar a lei de Deus, e procurou arrastar consigo o Universo, nessa crença. As palavras de Satanás pareciam verdadeiras, e Cristo veio para desmascarar o enganador. A Majestade do Céu empreendeu a causa do homem e, com os mesmos recursos que o homem pode alcançar, resistiu às tentações de Satanás, como o homem tem de a elas resistir. Esta era a única maneira em que o homem caído podia tornar-se participante da natureza divina. Tomando sobre Si a natureza humana, Cristo Se achou habilitado a compreender as provas e tristezas do homem, e todas as tentações que o rodeiam. Anjos, que não conheciam o pecado, não podiam simpatizar com o homem em suas provações peculiares. Cristo condescendeu em tomar a natureza do homem, e como nós em tudo foi tentado, a fim de que soubesse como socorrer a todos os tentados." (White, Mensagens Escolhidas vol. 3 P. 189).
Nosso Salvador suportou tudo que nós somos chamados a suportar, de modo que nenhum ser humano pudesse alegar: “Ele não conhece meus sofrimentos e minhas aflições.” Em todas as nossas aflições foi Ele afligido. ...Satanás declarou que os seres humanos não podiam viver sem pecar. Cristo passou por onde Adão tropeçou e caiu, e por uma vida sem pecado colocou a humanidade em terreno vantajoso, a fim de que cada qual pudesse estar perante o Pai, aceito no Amado. — The Review and Herald, 9 de Março de 1905. (White, Nos Lugares Celestiais, pág. 9.1 e 2)
"Depois da queda do homem, Satanás declarou que os seres humanos tinham-se provado incapazes de guardar a lei de Deus, e procurou arrastar consigo o Universo, nessa crença. As palavras de Satanás pareciam verdadeiras, e Cristo veio para desmascarar o enganador. A Majestade do Céu empreendeu a causa do homem e, com os mesmos recursos que o homem pode alcançar, resistiu às tentações de Satanás, como o homem tem de a elas resistir. Esta era a única maneira em que o homem caído podia tornar-se participante da natureza divina. Tomando sobre Si a natureza humana, Cristo Se achou habilitado a compreender as provas e tristezas do homem, e todas as tentações que o rodeiam. Anjos, que não conheciam o pecado, não podiam simpatizar com o homem em suas provações peculiares. Cristo condescendeu em tomar a natureza do homem, e como nós em tudo foi tentado, a fim de que soubesse como socorrer a todos os tentados." (White, Mensagens Escolhidas vol. 3 P. 189).
"Cristo tomou sobre Si a
humanidade, por nós. Cobriu Sua divindade, e a divindade e a humanidade foram
combinadas. Ele mostrou
que era possível observar aquela lei que Satanás declarou não se poder
observar. Cristo assumiu a forma humana para estar aqui em nosso mundo e mostrar que Satanás havia
mentido. Tomou sobre Si a natureza humana para demonstrar que, com a divindade e a humanidade
combinadas, o homem podia guardar a lei de Jeová. Separem a humanidade
da divindade, e poderão procurar desenvolver sua própria justiça desde agora
até que Cristo venha, e isso não passará de um fracasso." (White, Fé e Obras, p. 61 e 62).
"O Filho Unigênito de Deus veio a
nosso mundo como homem, para revelar-nos que o homem pode observar a lei de
Deus. Satanás, o anjo caído, declarara que nenhum homem seria capaz de guardar
a lei de Deus após a desobediência de Adão. Satanás alegava ser impossível
para os seres humanos guardarem a lei de Deus. A fim de provar a falsidade
dessa alegação, Cristo deixou Seu elevado comando, tomou sobre Si a natureza do
homem e veio à Terra para colocar-Se à testa da raça caída, com o objetivo de
demonstrar que a humanidade poderia enfrentar as tentações de Satanás." (White, A Verdade Sobre Os Anjos, P. 155.3 e 4).
"Cristo veio para sofrer em favor da raça caída, pois Satanás se gabara de que ninguém poderia resistir aos seus ardis e viver uma vida imaculada neste mundo. Revestido com a natureza humana, o Redentor sujeitou-Se a todas as tentações com as quais são cercados os seres humanos, e venceu em todos os aspectos. O registro de Sua vida é entregue ao mundo, para que ninguém tenha dúvidas quanto ao poder da graça de Deus. Para cada pessoa que se empenha em busca da perfeição do caráter cristão, este mundo torna-se um campo de batalha, no qual se trava o conflito entre o bem e o mal. E todos os que confiam em Cristo obterão a vitória." — (White, MM Cristo Triunfante, P. 29).
"Satanás apresenta a divina lei de amor como uma lei de egoísmo. Declara que nos é impossível obedecer-lhe aos preceitos. A queda de nossos primeiros pais, com toda a miséria resultante, ele atribui ao Criador, levando os homens a olharem a Deus como autor do pecado, do sofrimento e da morte. Jesus devia patentear esse engano. Como um de nós, cumpria-Lhe dar exemplo de obediência. Para isso tomou sobre Si a nossa natureza, e passou por nossas provas. “Convinha que em tudo fosse semelhante aos irmãos”. Hebreus 2:17. Se tivéssemos de sofrer qualquer coisa que Cristo não houvesse suportado, Satanás havia de apresentar o poder de Deus como nos sendo insuficiente. Portanto, Jesus “como nós, em tudo foi tentado”. Hebreus 4:15. Sofreu toda provação a que estamos sujeitos. E não exerceu em Seu próprio proveito poder algum que nos não seja abundantemente facultado. Como homem, enfrentou a tentação, e venceu-a no poder que Lhe foi dado por Deus. Diz Ele: “Deleito Me em fazer a Tua vontade, ó Deus Meu; sim, a Tua lei está dentro do Meu coração”. [13] Salmos 40:8. Enquanto andava fazendo o bem e curando a todos os aflitos do diabo, patenteava aos homens o caráter da lei de Deus, e a natureza de Seu serviço. Sua vida testifica ser possível obedecermos também à lei de Deus." (White, O Desejado De Todas As Nações, P. 13).
"Uma vez que “a lei do Senhor é
perfeita”, qualquer mudança dela deve ser um mal. Os que desobedecem aos
mandamentos de Deus, e ensinam outros a fazer assim, são condenados por Cristo.
A vida de obediência do Salvador manteve
as reivindicações da lei; provou que a lei pode ser observada pela humanidade,
e mostrou a excelência de caráter que a obediência havia de desenvolver. Todos
quantos obedecem como Ele fez, estão semelhantemente declarando que a lei é
“santa, justa e boa”. Romanos 7:12. Por outro lado, todos quantos
transgridem os mandamentos divinos, estão apoiando a pretensão de Satanás de
que a lei é injusta, e não pode ser obedecida. Apóiam assim os enganos do grande adversário, e desonram a Deus.
São filhos do maligno, o qual foi o primeiro rebelde contra a lei do Senhor.
Admiti-los no Céu, seria aí introduzir novamente elementos de discórdia e
rebelião, e pôr em risco o bem-estar do Universo. Ninguém que voluntariamente
despreze um princípio da lei entrará no Céu." (White, O Desejado De Todas As Nações, P. 211.3).
"Por Sua vida e morte, provou Cristo que a justiça divina não destrói a misericórdia, mas que o pecado pode ser perdoado, e que a lei é justa, sendo possível obedecer-lhe perfeitamente. As acusações de Satanás foram refutadas. Deus dera ao homem inequívoca prova de amor. - (White, O Desejado De Todas As Nações, P. 541.1).
"Visto a lei do Senhor ser perfeita, e portanto imutável, é impossível aos homens pecadores satisfazer, por si mesmos, a norma de sua exigência. Foi por isso que Jesus veio como nosso Redentor. Era Sua missão, mediante o tornar os homens participantes da natureza divina, pô-los em harmonia com os princípios da lei celestial. Quando abandonamos nossos pecados, e recebemos a Cristo como nosso Salvador, a lei é exaltada. Pergunta o apóstolo Paulo: “Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei.” Romanos 3:31. (White, O Maior Discurso De Cristo, p. 50.1)
"Deus, em Seu grande amor, procura
desenvolver em nós as preciosas graças do Seu Espírito. Permite que enfrentemos
obstáculos, perseguições e vicissitudes, não como uma maldição, mas como a
maior bênção de nossa vida. Toda tentação resistida, toda provação
valorosamente suportada, traz-nos uma nova experiência, levando-nos avante na
obra da edificação do caráter. A alma
que, mediante o poder divino, resiste à tentação, revela ao mundo e ao universo
celeste a eficácia da graça de Cristo."
- (White, O Maior Discurso De Cristo, p. 117.1)
"Na pureza do caráter, na
santidade da vida, na misericórdia, e amor, e compaixão, deveriam mostrar que
“a lei do Senhor é perfeita e refrigera a alma”. - (White, Parábolas de Jesus, p. 150.3)
"Satanás declarara que era impossível ao homem obedecer aos mandamentos
de Deus; e é verdade que por nossa própria força não lhes podemos obedecer.
Cristo, porém, veio na forma humana, e por Sua perfeita obediência provou que a
humanidade e a divindade combinadas podem obedecer a todos os preceitos de
Deus." - (White, Parábolas de Jesus, p. 168.4)
“Mas a todos quantos O receberam
deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que crêem no Seu nome.”
João 1:12. Este poder não está no instrumento humano. É o poder de Deus. Quando
uma alma recebe a Cristo, recebe também o poder de viver a vida de Cristo. PJ
168.5 Deus requer de Seus filhos
perfeição. Sua lei é um transcrito de Seu caráter, e é o padrão de todo
caráter. Essa norma infinita é apresentada a todos, para que não haja má
compreensão no tocante à espécie de homens que Deus quer ter para compor o Seu
reino. A vida de Cristo na Terra foi uma expressão perfeita da lei de Deus, e
quando os que professam ser Seus filhos receberem caráter semelhante ao de
Cristo, obedecerão aos mandamentos de Deus. Então o Senhor pode contá-los com
toda a confiança entre os que formarão a família do Céu. Trajados com as vestes
gloriosas da justiça de Cristo, participarão da ceia do Rei. Têm o direito de
associar-se com a multidão lavada no sangue. (White, Parábolas de Jesus, p. 168.6)
Ao pecador era impossível observar a lei de Deus, a qual é santa, justa e boa; mas essa impossibilidade foi removida pela comunicação da justiça de Cristo à alma arrependida e crente. A vida e a morte de Cristo em favor do homem pecaminoso tinham por finalidade restaurar o pecador à aprovação de Deus, comunicando-lhe a justiça que satisfizesse as reivindicações da lei e encontrasse aceitação da parte do Pai. (White, Fé e Obras, p. 106.1)
Ao pecador era impossível observar a lei de Deus, a qual é santa, justa e boa; mas essa impossibilidade foi removida pela comunicação da justiça de Cristo à alma arrependida e crente. A vida e a morte de Cristo em favor do homem pecaminoso tinham por finalidade restaurar o pecador à aprovação de Deus, comunicando-lhe a justiça que satisfizesse as reivindicações da lei e encontrasse aceitação da parte do Pai. (White, Fé e Obras, p. 106.1)